Amigos, não sei porque carga d'água a área dos comentários aqui do blogue às vezes teima em não funcionar.
Já várias pessoas me disseram que não conseguem comentar, outros comentam e não aparece nada. Enfim.
Não sei porque é que isso acontece, mas peço-vos para escolherem a opção «Nome/Url». Assim não costuma falhar. No url não precisam de colocar nada.
Obrigada
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Parabéns!
Hoje uma grande amiga está de parabéns. Trinta anos.
Uma amiga daquelas à seria, das quais tenho muito orgulho de ter.
Não me vou perder aqui em grandes discursos sentimentalões porque por ser uma amiga como é, já lhe disse tudo o que pensava sobre a sua pessoa e a importância que tem na minha vida. E aquilo que eventualmente possa não ter dito, sei que ela o sabe na mesma.
É a vantagem de ter amigas como ela, em que a entrega e a transparência é total. Acabam por ser pessoas que nos conhecem quase tão bem como nós próprios. Eu considero isso único e muito especial.
Amiga, para o bem e para o mal és uma inspiração, uma força da natureza.
Ela faz anos hoje, mas quem teve um presente fui eu: o seu convite de casamento.
Depois de tempos difíceis, com muitas dores, perdas irreparáveis, ansiedades e dúvidas, acredito que, em termos pessoais, esteja está a viver uma fase feliz e que, por isso, este dia possa ter uma importância extra.
Eu fico feliz também por ver um sonho dela a ser materializado e sei que Dezembro nos trará um dia muito bonito e cheio de alegria.
Amiga, muitos parabéns!
Tem sido um prazer ir trabalhando o nosso projecto. Espero que ele nunca esteja terminado…
«O amor por alguém não é um projecto acabado. É inconstância. Não é certeza de ninguém…»
(de alguém sempre presente…)
Uma amiga daquelas à seria, das quais tenho muito orgulho de ter.
Não me vou perder aqui em grandes discursos sentimentalões porque por ser uma amiga como é, já lhe disse tudo o que pensava sobre a sua pessoa e a importância que tem na minha vida. E aquilo que eventualmente possa não ter dito, sei que ela o sabe na mesma.
É a vantagem de ter amigas como ela, em que a entrega e a transparência é total. Acabam por ser pessoas que nos conhecem quase tão bem como nós próprios. Eu considero isso único e muito especial.
Amiga, para o bem e para o mal és uma inspiração, uma força da natureza.
Ela faz anos hoje, mas quem teve um presente fui eu: o seu convite de casamento.
Depois de tempos difíceis, com muitas dores, perdas irreparáveis, ansiedades e dúvidas, acredito que, em termos pessoais, esteja está a viver uma fase feliz e que, por isso, este dia possa ter uma importância extra.
Eu fico feliz também por ver um sonho dela a ser materializado e sei que Dezembro nos trará um dia muito bonito e cheio de alegria.
Amiga, muitos parabéns!
Tem sido um prazer ir trabalhando o nosso projecto. Espero que ele nunca esteja terminado…
«O amor por alguém não é um projecto acabado. É inconstância. Não é certeza de ninguém…»
(de alguém sempre presente…)
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Pai!
O meu pai fez 55 anos sábado.
Há uns bons anos atrás quando a menina Vânia pensava nessa idade ela tinha um peso que hoje obviamente já não tem.
Hoje, com 30 anos, olho para o meu pai com 55 anos e vejo um jovem.
E não é só porque me convém dado que também já não sou uma menina...é mesmo por mérito dele.
Aos 55 anos está muito mais activo do que há uns anos atrás, faz coisas que não fazia e sente-se bem como nunca. É um jovem avô de 55 anos que me enche de orgulho.
Sim, porque definitivamente a juventude não se pode medir pelas rugas que temos na cara, mas sim pelas rugas que não temos dentro da nossa cabeça.
Para mim é maravilhoso poder assistir a este caminho e a única coisa que peço é que a vida me continue a presentear com toda a sua juventude durante muitos e bons anos.
Amo-te muito!
Há uns bons anos atrás quando a menina Vânia pensava nessa idade ela tinha um peso que hoje obviamente já não tem.
Hoje, com 30 anos, olho para o meu pai com 55 anos e vejo um jovem.
E não é só porque me convém dado que também já não sou uma menina...é mesmo por mérito dele.
Aos 55 anos está muito mais activo do que há uns anos atrás, faz coisas que não fazia e sente-se bem como nunca. É um jovem avô de 55 anos que me enche de orgulho.
Sim, porque definitivamente a juventude não se pode medir pelas rugas que temos na cara, mas sim pelas rugas que não temos dentro da nossa cabeça.
Para mim é maravilhoso poder assistir a este caminho e a única coisa que peço é que a vida me continue a presentear com toda a sua juventude durante muitos e bons anos.
Amo-te muito!
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Mimo!
Bem as reacções foram tantas e tão boas que não podia deixar de agradecer a todos ( é que surpreendentemente foram mesmo muitos)os que me ligaram ou fizeram comentários simpáticos acerca do meu último post «Felicidade».
É sempre com surpresa, mas também com alegria, que me apercebo que os desabafos que vou escrevendo por aqui até são lidos e apreciados.
Muito obrigada e já agora façam o favor de ser muito felizes e de continuar a ler os meus devaneios.
Mimo - gesto ou expressão carinhosa com que se trata outrem; carinho, meiguice, delicadeza, presente delicado, geralmente inesperado, afago, carícia, coisa encantadora.
É sempre com surpresa, mas também com alegria, que me apercebo que os desabafos que vou escrevendo por aqui até são lidos e apreciados.
Muito obrigada e já agora façam o favor de ser muito felizes e de continuar a ler os meus devaneios.
Mimo - gesto ou expressão carinhosa com que se trata outrem; carinho, meiguice, delicadeza, presente delicado, geralmente inesperado, afago, carícia, coisa encantadora.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Felicidade
Há pessoas que não sabem ser felizes.
Há pessoas que fazem um esforço Herculeano para estar sempre no buraco, no escuro e, pior de tudo, não querem lá estar sozinhas.
Refiro-me aquelas pessoas que se em conversa calha de dizermos que está frio, é certinho que vão dizer: ah mas amanha vai estar muito pior...
Há pessoas que mais do que não saberem ser felizes têm medo de o ser ou pelo menos têm medo de dizer que são.
Porquê? Não sei. Convenhamos que não posso ter respostas para tudo...
De merdinhas fazem uma tempestade, algumas por pura ignorância, outras porque a vontade de criar um caso, uma história, uma situação complicada é mais forte que elas.
Ah tu viste o que ele fez? Ah tu viste o que ele disse? Certamente que sabem do que falo.
Às vezes interrogo-me se serei demasiado desligada ou então ingénua, mas na realidade acredito mesmo que não sou nada assim.
Simplesmente não perco tempo com pequenas coisas. Até mesmo entre amigos às vezes ouço coisas e tenho plena noção que se A disser que B disse aquilo vai dar molho, mas para quê?
Há coisas que são ditas porque há gente parva, gente simplesmente inconsequente ou até mesmo desbocados. Nem tudo o que se diz é pensado.
Recuso-me a ver maldade em tudo, a ver segundas intenções em tudo.
Não pensem com isto que vejo o mundo cheio de estrelas, príncipes e princesas. Nada disso.
Há gente má, parva, cínica, e o mundo onde vivemos está longe de ser perfeito, mas acredito mesmo que há pessoas que não sabem ser felizes.
Vivem no negativismo, alimentam-se dele e ficam quase que ofendidas com a felicidade alheia.
Só vos peço uma coisa, quando se depararem com uma pessoa assim é favor dar meia volta e deixá-la a falar sozinha. Acreditem que se lhe derem ouvidos durante mais do que alguns minutos ela vai ser capaz de vos por com a sensação de que andam a carregar o mundo às costas.
O mundo não é perfeito, o trânsito é uma praga, o salário podia ser melhor, falta-nos tempo, anda para aí uma gripe, a sogra é uma chata, aquela colega de trabalho até já comprava um bilhete de ida para Marte, e bla bla bla…
O mundo não é perfeito, eu também não, a minha vida também não, mas garanto-vos que sou mesmo muito feliz.
Há pessoas que fazem um esforço Herculeano para estar sempre no buraco, no escuro e, pior de tudo, não querem lá estar sozinhas.
Refiro-me aquelas pessoas que se em conversa calha de dizermos que está frio, é certinho que vão dizer: ah mas amanha vai estar muito pior...
Há pessoas que mais do que não saberem ser felizes têm medo de o ser ou pelo menos têm medo de dizer que são.
Porquê? Não sei. Convenhamos que não posso ter respostas para tudo...
De merdinhas fazem uma tempestade, algumas por pura ignorância, outras porque a vontade de criar um caso, uma história, uma situação complicada é mais forte que elas.
Ah tu viste o que ele fez? Ah tu viste o que ele disse? Certamente que sabem do que falo.
Às vezes interrogo-me se serei demasiado desligada ou então ingénua, mas na realidade acredito mesmo que não sou nada assim.
Simplesmente não perco tempo com pequenas coisas. Até mesmo entre amigos às vezes ouço coisas e tenho plena noção que se A disser que B disse aquilo vai dar molho, mas para quê?
Há coisas que são ditas porque há gente parva, gente simplesmente inconsequente ou até mesmo desbocados. Nem tudo o que se diz é pensado.
Recuso-me a ver maldade em tudo, a ver segundas intenções em tudo.
Não pensem com isto que vejo o mundo cheio de estrelas, príncipes e princesas. Nada disso.
Há gente má, parva, cínica, e o mundo onde vivemos está longe de ser perfeito, mas acredito mesmo que há pessoas que não sabem ser felizes.
Vivem no negativismo, alimentam-se dele e ficam quase que ofendidas com a felicidade alheia.
Só vos peço uma coisa, quando se depararem com uma pessoa assim é favor dar meia volta e deixá-la a falar sozinha. Acreditem que se lhe derem ouvidos durante mais do que alguns minutos ela vai ser capaz de vos por com a sensação de que andam a carregar o mundo às costas.
O mundo não é perfeito, o trânsito é uma praga, o salário podia ser melhor, falta-nos tempo, anda para aí uma gripe, a sogra é uma chata, aquela colega de trabalho até já comprava um bilhete de ida para Marte, e bla bla bla…
O mundo não é perfeito, eu também não, a minha vida também não, mas garanto-vos que sou mesmo muito feliz.
domingo, 8 de novembro de 2009
Será que devo adiar isto?
Ultimamente tenho ouvido muitas vezes, especialmente vindo do meu maridão, que eu sou viciada em adiar, que passo a vida a marcar coisas para depois, quando se está a aproximar a data, adiar.
Eu fui ouvindo, ouvindo e pensando, vai falando vai...;)
Mas no fundo sempre soube que ele tinha razão. Há um certo tipo de coisas, que nem vos consigo bem dizer quais, que o melhor que eu faço é mesmo não marcar. Porque por algum problema genético, digo eu, é certinho que vou ter vontade de desmarcar, ou desmarcar mesmo, dado que não tenho a mínima apetência para fazer fretes.
Há coisas que marco e desmarco e há outras que vou adiando e nunca mais marco.
Este sábado fui fazer umas análises que me foram mandadas fazer em Março...
Este sábado quis levantar um exame que tinha feito em Outubro de 2008...
No sábado passado fui fazer uma massagem que já tinha estado marcada para o início de Outubro e eu fui adiando ora porque estava sol, ora porque estava a chover.
Alguns de vocês devem estar a pensar que não posso adiar mais a ida ao psiquiatra ;)
Talvez tenham razão, ou talvez não seja preciso porque eu acho que já percebi porque gosto tanto de adiar.
É o poder.
Eu tenho tanta falta de ar e tanta aversão a que me condicionem, seja de que forma for, que a sensação de obrigação de ir fazer isto ou aquilo não me agrada. Assim e para provar que sou eu que mando, desmarco, e volto a desmarcar as vezes que bem me apetece. Sim, eu sei que algumas das coisas que desmarco fui que marquei logo desde o início e que por isso não é ninguém que me está a obrigar, mas que hei-de eu fazer? Até agora esta é a única explicação que me ocorre. Ou isto ou então já estou como hei-de ir.
Para as minhas amiguinhas ligadas aos astros já sei que devem estar a dizer que isto é do meu ascendente em gémeos, talvez sim ou … não….
Até me divirto com isto às vezes, mas é mesmo só às vezes.
Mas na verdade há coisas que temos de marcar com tanta antecedência que convenhamos...como é que eu, hoje, sou capaz de saber que daqui a uma semana, quinze dias, um mês, me vai apetecer fazer seja o que for?
Eu fui ouvindo, ouvindo e pensando, vai falando vai...;)
Mas no fundo sempre soube que ele tinha razão. Há um certo tipo de coisas, que nem vos consigo bem dizer quais, que o melhor que eu faço é mesmo não marcar. Porque por algum problema genético, digo eu, é certinho que vou ter vontade de desmarcar, ou desmarcar mesmo, dado que não tenho a mínima apetência para fazer fretes.
Há coisas que marco e desmarco e há outras que vou adiando e nunca mais marco.
Este sábado fui fazer umas análises que me foram mandadas fazer em Março...
Este sábado quis levantar um exame que tinha feito em Outubro de 2008...
No sábado passado fui fazer uma massagem que já tinha estado marcada para o início de Outubro e eu fui adiando ora porque estava sol, ora porque estava a chover.
Alguns de vocês devem estar a pensar que não posso adiar mais a ida ao psiquiatra ;)
Talvez tenham razão, ou talvez não seja preciso porque eu acho que já percebi porque gosto tanto de adiar.
É o poder.
Eu tenho tanta falta de ar e tanta aversão a que me condicionem, seja de que forma for, que a sensação de obrigação de ir fazer isto ou aquilo não me agrada. Assim e para provar que sou eu que mando, desmarco, e volto a desmarcar as vezes que bem me apetece. Sim, eu sei que algumas das coisas que desmarco fui que marquei logo desde o início e que por isso não é ninguém que me está a obrigar, mas que hei-de eu fazer? Até agora esta é a única explicação que me ocorre. Ou isto ou então já estou como hei-de ir.
Para as minhas amiguinhas ligadas aos astros já sei que devem estar a dizer que isto é do meu ascendente em gémeos, talvez sim ou … não….
Até me divirto com isto às vezes, mas é mesmo só às vezes.
Mas na verdade há coisas que temos de marcar com tanta antecedência que convenhamos...como é que eu, hoje, sou capaz de saber que daqui a uma semana, quinze dias, um mês, me vai apetecer fazer seja o que for?
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Silêncio
O silêncio fascina-me.
Esse fascínio deve-se às inúmeras formas com a qual nos vai tocando ao longo dos dias.
Há silêncios ensurdecedores, cobardes, assustados, constrangedores, envergonhados, incómodos…
Mas também os há cúmplices, prudentes, respeitosos, sábios, apaixonados, cheios de musicalidade.
Todos fazem parte de nós, compõem o nosso dia-a-dia e, certamente, gostamos mais de uns do que de outros.
Silêncios cúmplices são os que mais me espicaçam.
Aquela sensação de partilhar com alguém um silêncio cheio de conteúdo, que dispensa qualquer tipo de palavra. Adoro.
E não falo daqueles silêncios em que a nossa cara feia dispensa explicações. Esses também existem, mas não são cúmplices, são mais “é melhor estar calada para não te mandar àquela parte…”
O que eu gosto mesmo são aqueles momentos em que, não tendo de abrir a boca, conseguimos dizer tudo à pessoa a quem permitimos compor o nosso silêncio. Em momentos assim a energia do silêncio é enorme e capaz de produzir a mais bela das sinfonias.
Não acredito que seja fácil atingir este nível de sintonia, mas tal como quase tudo na vida, é por ser difícil que dá tanto gozo.
São poucas as pessoas com quem consigo fazer do silêncio melodia, mas de cada vez que isso acontece são momentos perfeitos e, muitas vezes, seguidos de uma boa gargalhada. (Porque a bem da verdade a maior parte das vezes que usamos este “poder” de falar em silêncio é para dizer aquelas coisas que, naquele momento, não dá jeito dizer em voz alta…Vocês certamente sabem do que falo!)
Conseguir partilhar silêncios sem que tal nos incomode ou ensurdeça é para mim um sinal de amor!
O Silêncio
Quando a ternura
parece já do seu ofício fatigada,
e o sono, a mais incerta barca,
inda demora,
quando azuis irrompem
os teus olhos
e procuram
nos meus navegação segura,
é que eu te falo das palavras
desamparadas e desertas,
pelo silêncio fascinadas.
Eugénio de Andrade
Esse fascínio deve-se às inúmeras formas com a qual nos vai tocando ao longo dos dias.
Há silêncios ensurdecedores, cobardes, assustados, constrangedores, envergonhados, incómodos…
Mas também os há cúmplices, prudentes, respeitosos, sábios, apaixonados, cheios de musicalidade.
Todos fazem parte de nós, compõem o nosso dia-a-dia e, certamente, gostamos mais de uns do que de outros.
Silêncios cúmplices são os que mais me espicaçam.
Aquela sensação de partilhar com alguém um silêncio cheio de conteúdo, que dispensa qualquer tipo de palavra. Adoro.
E não falo daqueles silêncios em que a nossa cara feia dispensa explicações. Esses também existem, mas não são cúmplices, são mais “é melhor estar calada para não te mandar àquela parte…”
O que eu gosto mesmo são aqueles momentos em que, não tendo de abrir a boca, conseguimos dizer tudo à pessoa a quem permitimos compor o nosso silêncio. Em momentos assim a energia do silêncio é enorme e capaz de produzir a mais bela das sinfonias.
Não acredito que seja fácil atingir este nível de sintonia, mas tal como quase tudo na vida, é por ser difícil que dá tanto gozo.
São poucas as pessoas com quem consigo fazer do silêncio melodia, mas de cada vez que isso acontece são momentos perfeitos e, muitas vezes, seguidos de uma boa gargalhada. (Porque a bem da verdade a maior parte das vezes que usamos este “poder” de falar em silêncio é para dizer aquelas coisas que, naquele momento, não dá jeito dizer em voz alta…Vocês certamente sabem do que falo!)
Conseguir partilhar silêncios sem que tal nos incomode ou ensurdeça é para mim um sinal de amor!
O Silêncio
Quando a ternura
parece já do seu ofício fatigada,
e o sono, a mais incerta barca,
inda demora,
quando azuis irrompem
os teus olhos
e procuram
nos meus navegação segura,
é que eu te falo das palavras
desamparadas e desertas,
pelo silêncio fascinadas.
Eugénio de Andrade
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